
A sala de estar neutra do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, oferece um raro vislumbre de como o minimalismo pode ser não apenas elegante, mas também acolhedor, convidativo e emocionalmente confortável.
De acordo com a revista Homes & Gardens, a sala de estar neutra foge completamente da estética fria e tecnológica comumente associada ao Vale do Silício e revela uma abordagem mais humana, sensorial e atemporal do design de interiores.
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Em vez de apostar em contrastes marcantes ou cores vibrantes, o ambiente é construído a partir de uma paleta neutra cuidadosamente pensada, capaz de criar profundidade, suavidade e uma sensação imediata de calma. O resultado é uma sala de estar minimalista que transmite aconchego por meio de tons, texturas e escolhas equilibradas.
Tons neutros que aquecem o ambiente
Os brancos puros dão lugar a um espectro de cremes, areias e brancos quentes — cores que evocam naturalidade, solidez e conforto visual. Essa variação tonal permite que a luz natural se mova suavemente pelo espaço ao longo do dia, criando dinamismo sem sobrecarregar os sentidos. É um exemplo claro de como uma sala de estar neutra pode ser rica visualmente mesmo sem cores intensas.
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Texturas e materiais naturais como protagonistas
Os materiais naturais desempenham um papel essencial na composição do ambiente. Mesas laterais e de centro em madeira, um tapete grande e texturizado e estofados agradáveis ao toque impedem que o espaço pareça impessoal ou excessivamente minimalista. Essas escolhas reforçam a ideia de que o conforto está nos detalhes — especialmente quando se opta por uma decoração contida.
Móveis que equilibram minimalismo e conforto
A escolha do mobiliário reforça essa abordagem suave e acolhedora. Um sofá curvo em tom creme adiciona fluidez ao espaço, suavizando linhas arquitetônicas e favorecendo a circulação visual. As paredes e os elementos em madeira seguem uma paleta tonal semelhante, criando um pano de fundo harmônico que amplia a sensação de luminosidade e amplitude, sem recorrer a contrastes agressivos.
Elementos naturais evitam a sensação de frieza
Para evitar qualquer traço de esterilidade, elementos naturais são usados como pontos focais discretos. Uma grande árvore de interior traz movimento orgânico e vitalidade ao ambiente, enquanto espelhos com molduras mais escuras adicionam definição e equilíbrio visual. O conjunto prova que sobriedade não é sinônimo de vazio — quando bem planejados, interiores minimalistas podem ser cheios de personalidade.
Uma tendência que vai além das casas de celebridades
Essa abordagem reflete uma mudança mais ampla no design contemporâneo. Em espaços integrados, uma sala de estar neutra ajuda a criar coesão visual e tranquilidade emocional. Esquemas monocromáticos, trabalhados com diferentes texturas, são especialmente eficazes para tornar os ambientes amplos, iluminados e acolhedores.
Não por acaso, esse estilo tem ganhado força fora do universo das celebridades. Em um mundo cada vez mais acelerado, cresce o desejo por lares que funcionem como refúgio. Conceitos como luxo discreto, minimalismo acolhedor e decoração sensorial refletem essa busca coletiva por ambientes que acalmam em vez de estimular.
Como observa Lucy Searle, diretora de conteúdo da Homes & Gardens, o que as pessoas procuram hoje são espaços amplos, luminosos e com paletas suaves que despertem uma resposta emocional positiva — interiores que transmitam serenidade, equilíbrio e inspiração. A casa de Mark Zuckerberg traduz perfeitamente esse movimento, mostrando que, quando bem aplicada, a neutralidade pode ser profundamente revigorante.
Fonte: Homes & Gardens
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